Biografia


No dia 5 de outubro de 1974 pelas 16 horas da tarde, nascia na maternidade do hospital jose maria grande em portalegre, um menino ao qual vieram a baptizar de Simão Manuel da Silva Peças. Simão, nome escolhido pela madrinha e manuel pelo padrinho, apelidos silva da sua mãe e peças do seu pai. Após três dias de maternidade, vai então para a vila de Cano onde é a terra natal dos seus pais. O primeiro choro, diz a mãe que foi bem forte, parecendo querer afirmar-se que nascia mais uma grande voz. Em criança sempre atendo a qualquer ruído em tons musicais fazia despertar a todos em seu redor o quanto era de seu desejo ouvir alquém cantar.
Os anos foram passando e o pequeno Simão encenava o palco no seu pequeno e humilde quarto, onde o seu publico era os seus colegas de infância e os mesmos atenciosamente ouviam os êxitos da altura interpretados por Simão Manuel. Uma criança avaliada por todos de uma humildade inexplicável e a alegria de um grupo de amigos que deixavam sempre as decisões a cargo do mesmo, dando-lhe sempre a oportunidade de ser ele a escolher as brincadeiras e sempre assumia a liderança, a qual o mesmo nem a exigia, mas os seus colegas faziam dele algo de importante. Os mesmos amigos começaram a transmitir ao povo da vila, a voz que o mesmo os fazia ouvir. Já com dez anos de idade convidavam o pequeno Simão para nas excursões realizadas a vários locais do nosso país e país vizinho, com o povo da vila de cano para que o mesmo fosse uma espécie de animador, e ai ele sentia-se um verdadeiro artista. O pai, confrontado com algumas situações de elogio mencionando aquela qualidade do seu filho, tenta incentivar o mesmo a aprender música, a avaliação era sempre a máxima, mas o que ele queria mesmo era cantar.
Os anos foram passando e foi viver para Barcelona já com 19 anos, partia um sonhador e um lutador sozinho em busca de condições para que um dia pudesse afirmar-se no que mais gostava de fazer, cantar… o sonho era importante, mais acima de tudo estava a família e regressa dentro de pouco tempo por esse motivo. Assume-se como um romântico, mas mais que tudo apaixonado pela sua família. De regresso a Portugal a sua terra natal, o mesmo permanece alguns tempos na vila de cano e ruma ao Algarve, onde vem a tomar conta da agenda de um artista de praça e a fazer a promoção dos seus espectáculos. Entre 1997 e 2005 muitos foram os incentivos de gravar um disco, mas o medo da responsabilidade que teria que assumir assustava-o, o publico é o mais importante na carreira de um artista e o mesmo sentia esse medo de não o conseguir conquistar. Aparecem os karaokes em Portugal e além de já fazer primeiras partes de alguns artistas de renome, é convidado para animador de karaoke e aí teve a noção que era possível conquistar um público para o poder ouvir num disco de originais. Muita coisa aconteceu até finais de 2005.
Marco Mota, um amigo, decide ser ele a dar o primeiro passo para a perda desse medo e contacta um produtor e uma editora, assustado, Simão decide aceitar e arriscar. A editora quer um novo nome, mas Simão diz não estar disposto a desfazer-se do seu primeiro e nasce um segundo nome Moniz, nascendo então para a musica Simão Moniz. Sai o primeiro álbum que se chamava (diferença de idades) com 13 temas 5 dos quais da autoria do cantor (letra e música). Tudo corre como a editora já esperava, o suficiente para partir para um segundo trabalho. Aparece o interesse de outra editora, um ano depois nasce o segundo álbum já em outra editora que se veio a chamar (não tenhas pena de mim) com 12 temas 7 deles da autoria do cantor (letra e música). O momento não é o melhor para apostar na música, mas a mesma editora disponibiliza-se para arriscar num novo álbum, mas de forma diferente, isto porque ate aqui as letras eram também apresentadas por outros produtores, alguns artistas, que escreveram alguns temas para o seu trabalho assim como Páquito, Quirino Monteiro, Tó Maria Vinhas e Toy, pelo qual o Simão Moniz, destaca como uma grande voz e pelo qual tem o maior respeito (assim como todos os outros). Nasce o então terceiro disco e aquele, onde Simão Moniz se sentia a transmitir o verdadeiro sentimento que vinha de dentro do mesmo, um disco todo ele praticamente romântico e que se vem a chamar “a ultima carta” com 12 temas onde è autor de 9 deles de sua autoria letra e musica, faz o seu primeiro videoclip com esse mesmo tema.
Passam três anos e Simão Moniz conquista algum público através das rádios locais e faz anualmente 70 a 90 entrevistas pelo pais, onde em alguns programas de passatempos de discos pedidos entra nos tops e chega a permanecer durante mais de dois meses em 1º. Lugar. Isso foi motivo para lhe dar mais e mais força para continuar. Nos espectáculos sente a aceitação do público positiva e hoje é considerado pelas rádios uma revelação com sucesso.